segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Iluminado


Existe uma "categoria" de pessoas que passam pela vida da gente que é, no mínimo, interessante: as "pessoas tatuagem".
Aquelas pessoas que vêm e nos marcam profundamente, enchem nossa vida de alegria e nos ensinam muitas coisas, não importa o quanto tenham permanecido. Por muito ou pouco tempo, elas imprimem na nossa existência algo que volta e meia aparece. 
O amor! Elas trazem o amor e vão embora (porque são livres) e o amor fica. Um amor bonito... Daqueles que a gente fecha os olhos, sorri e torce pra que, onde quer que essas pessoas estejam, estejam bem.

E quando é uma pessoa especial que vem, como num sobressalto, e tão rápido quanto veio, vai embora. 

Ah! Essa pessoa não dá pra esquecer.
A gente chora quando lembra tudo que viveu. Não são lágrimas de tristeza. Não! A gente chora de alegria, de gratidão por ter vivido algo tão incrível, tão sem palavras pra descrever. 
A gente chora, não é pela decepção de ter visto a pessoa indo embora, mas pela dádiva de tê-la tido por perto.

Um brinde às "pessoas tatuagem" (e que eu possa ser uma na vida de alguém!).

Um brinde "aos que passaram" e aos que virão!!

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Chorar é preciso...


É preciso chorar! (Não, eu não estou louca...)
Por mais que eu tenha clara a ideia que não é necessário prolongar o sofrimento.
Mesmo que eu compreenda a fluidez da vida.
Ainda que eu sabia da transitoriedade das coisas,
das volições volúveis das pessoas,
da instabilidade e da metamorfose tão típicas dos seres.
Por mais que a minha consciência esteja convicta de que tudo é possível, passível (e até esperado)...
É preciso chorar...
Vivenciar o luto pela perda do objeto de amor é necessário.
Ajuda a entender e aceitar que um ciclo se fechou,
organizar as ideias.
Posso até racionalizar que "assim é melhor", mas preciso experimentar a minha dor.

(Faz parte do processo de aceitação!)

Foto: autor desconhecido