Saudade da solidão.
A solidão de uma pequena lágrima no coração, não muito cheia, nem muito longa. Aquela que faz a gente divagar nos becos escuros da alma e escrever os exageros das emoções de um ser largado às letras.
E quem não gosta de se embriagar em um copo cheio de lamentos? Ouvir um jazz bem triste ou uma bossa num cantinho e, quem sabe, um violão?
