segunda-feira, 1 de julho de 2024

Autoexplicativo


Saudade da solidão. 

A solidão de uma pequena lágrima no coração, não muito cheia, nem muito longa. Aquela que faz a gente divagar nos becos escuros da alma e escrever os exageros das emoções de um ser largado às letras. 

E quem não gosta de se embriagar em um copo cheio de lamentos? Ouvir um jazz bem triste ou uma bossa num cantinho e, quem sabe, um violão?

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