Que ódio tenho dessa sua cara linda.
Nem no ápice da minha raiva consigo imaginar maneiras de te matar dentro de mim.
A saudade fica ruminando a imagem do seu sorriso estupidamente charmoso.
Minha fantasia trabalha, dia e noite, lembrando tudo que ficou pendente pra gente viver.
A razão implora por um espaço no meu coração ingênuo e palhaço que, de tanto amor, ainda nem soube doer.

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