O sangue jorrando medo
Um corpo tentando se reconhecer
No caos de uma espiral de emoções
O assombro de perceber
Que não tenho controle
Em tudo que é supostamente meu
Um caminho sobre mim a percorrer
Cada célula, cada canto, cada milímetro
Para ler, aceitar, assumir, reescrever
A urgência da faxina no espaço
Ocupado pela angústia
O desejo que a paz volte a preencher

Que texto incrível, poema marcante
ResponderExcluirBeijos
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